Perguntas práticas
Enjoo, sol e a longa viagem: o guia prático
O que realmente torna este dia difícil — o balanço nas travessias, o sol num convés aberto, mais de doze horas porta a porta — e como se preparar para os três.
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| Preocupação | O que ajuda |
|---|---|
| Enjoo | Remédio antes de embarcar, lugar a meio do barco, olhar fixo no horizonte |
| Sol | Protetor solar seguro para recifes reaplicado, um chapéu bem preso, uma t-shirt de proteção solar |
| Viagem longa | Almofada de pescoço, uma camada leve de roupa, conte com um regresso ao entardecer |
| Crianças | Gerível, mas um dia longo — ajuste as expectativas em conformidade |
| O essencial | Saco estanque, dinheiro local, fato de banho vestido desde a recolha |
A travessia em si
A baía é geralmente abrigada, e não mar aberto, mas uma escuna continua a mover-se com a ondulação, e um dia inteiro na água é suficiente para incomodar quem é propenso a enjoo, mesmo que normalmente não se considere assim. O pior, quando acontece, costuma surgir nos trechos abertos entre paragens, e não fundeado — o barco fica muito mais estável assim que para para nadar ou almoçar do que enquanto navega.
Prevenir o enjoo antes de ele começar
O enjoo é muito mais fácil de prevenir do que de tratar depois de aparecer. Se for de alguma forma propenso a enjoo de movimento, tome o que funcionar consigo — comprimidos, uma pulseira, gengibre, o que a sua própria experiência lhe tiver ensinado — antes de embarcar, e não já depois de o sentir. Um pequeno-almoço leve, em vez de um estômago vazio ou pesado, um lugar mais a meio do barco em vez da proa, e o olhar fixo no horizonte em vez de num ecrã de telemóvel ajudam todos nas travessias entre paragens.
Sol num convés aberto
Uma escuna oferece pouca sombra real, e o dia decorre nas horas mais fortes do sol brasileiro, com a água a refletir luz extra de volta para cima. Protetor solar seguro para recifes reaplicado ao longo do dia importa mais do que uma única camada espessa no início, e um chapéu que não voe com o vento vindo da proa vale mais do que parece. A paragem de snorkel na Lagoa Azul é o ponto do dia onde as pessoas mais frequentemente se queimam — flutuar de bruços durante vinte minutos com as costas e os ombros desprotegidos é uma forma rápida de acabar antecipadamente com umas férias de praia.
A longa viagem, avaliada com franqueza
Doze a catorze horas, repartidas grosso modo entre a estrada e a água, são um dia genuinamente longo, e exigem algo de quem acha as longas viagens de autocarro cansativas — em particular com crianças pequenas ou com quem tenha problemas de mobilidade ou de costas. Não há forma de contornar o tempo de estrada; é o preço a pagar por uma ilha sem carros, sem outra forma de lá chegar. O que ajuda é saber isso de antemão: leve uma almofada de pescoço para o autocarro, conte com a viagem de regresso a estender-se pela noite dentro, e trate a manhã seguinte como tempo de recuperação, em vez de como o início de outro dia inteiro.
A lista prática do que levar
Remédio para enjoo, se costumar usar, protetor solar seguro para recifes e um chapéu, uma t-shirt de proteção solar para a paragem de snorkel, um saco estanque para o telemóvel e objetos de valor, fato de banho vestido por baixo da roupa desde a recolha, uma camada leve para o ar condicionado do autocarro, e algum dinheiro local para bebidas e extras. Nada disto é exótico, mas esquecer qualquer um destes itens é a diferença entre um dia confortável e um dia incómodo, num horário sem paragem numa farmácia.
Viajar com crianças
O facto de nadar e o próprio barco tendem a prender a atenção das crianças melhor do que um dia convencional de visitas turísticas, mas mais de doze horas continua a ser um dia longo para uma criança pequena, e o tempo de estrada pesa sobre elas tanto quanto o tempo na água as atrai. Leve lanches para além do que o buffet do almoço cobre, conte com uma recolha cedo a significar mesmo um acordar cedo, e encare os trechos de autocarro como oportunidades para dormir uma sesta, em vez de lutar contra isso. A proteção solar importa ainda mais para as crianças do que para os adultos, num dia com tanto tempo num convés aberto.
Com o que a tripulação pode e não pode ajudar
A tripulação que opera a escuna está geralmente muito habituada precisamente a este tipo de dia — nadadores nervosos, passageiros enjoados, crianças que precisam de ser convencidas a vestir um colete salva-vidas — e é um recurso melhor do que tentar aguentar tudo sozinho. O que não pode fazer é acelerar a estrada ou encurtar a viagem; o tempo de estrada é fixo, independentemente de como corre a parte do dia na água, por isso planeie as suas próprias medidas de conforto em torno dessa realidade, em vez de esperar que o dia seja mais curto.